Esclerose múltipla, esclerose ‘multiplicada’, esclerosado?

 

Esclerosado EU
Esclerosado EU

 

 

“O que o Romero tem é uma tal de ‘esclerose multiplicada (…)”. A confusão de Ascânio, que interpreta o pai de criação de Romero Rômulo na novela, para entender a esclerose múltipla não é tão incomum. Uma pesquisa realizada em 2013 pela Ipsos HealthCare mostrou que 47% dos brasileiros admitem não saber o que é a esclerose múltipla e mesmo entre os que acreditam saber, 64% erram ao associar a doença à “perda da memória, confusão e esquecimento”1.

 

Mas, afinal, você sabe por que a esclerose múltipla tem esse nome?

 

A esclerose múltipla foi descrita, pela primeira vez, em 1866, pelo neurologista francês Jean-Martin Charcot, que, em parceria com seu colega Edme Vulpian, descobriu “la Sclérose en plaques disséminée”2 (em português, esclerose múltipla disseminada), em Paris, após profundos estudos de casos clínicos. Esclerose múltipla é também a tradução para many scars, que quer dizer “muitas cicatrizes”, também chamadas de “lesões”3, as mesmas lesões inflamatórias que afetam o cérebro e a medula espinhal4,5 dos pacientes de esclerose múltipla.

 

É bastante comum ouvirmos a palavra “esclerosado”, usada geralmente quando alguém se refere a uma pessoa idosa, que costuma se esquecer de fatos, pessoas e coisas. Mas, esse é um estereótipo distorcido da realidade, afinal a esclerose múltipla (EM) afeta pessoas jovens, que estão no auge na vida, com idade entre 20 e 40 anos6. Em contrapartida, pessoas acima de 70 anos não necessariamente enfrentam os problemas de cansaço, fadiga etc., com os quais os pacientes de esclerose múltipla lutam. Por isso, é importante deixar claro de onde vem o termo esclerose múltipla, e também esclarecer que esclerosado é quem tem algum tipo de esclerose. Simples assim!

 

Confira o post!

 

Sobre a Esclerose Múltipla 

A doença é neurológica, autoimune e crônica – ou seja, as células de defesa do organismo atacam o próprio Sistema Nervoso Central, provocando lesões inflamatórias cerebrais e medulares7,8. Embora a causa da doença ainda seja desconhecida, a EM tem sido foco de muitos estudos no mundo todo, o que tem possibilitado uma constante e significativa evolução na qualidade de vida dos pacientes. Os pacientes são geralmente jovens, em especial mulheres de 20 a 40 anos9.

 

O diagnóstico é basicamente clínico e deve ser complementado por ressonância magnética. Os sintomas mais frequentes são fadiga, formigamento, perda de força, falta de equilíbrio, espasmos musculares, dores crônicas, depressão, problemas sexuais e incontinência urinária10,11,12,13,14.

 

Para saber mais, acesse: http://esclerosemultipla.novartis.com.br/

 

Disclaimer

Esta ação tem como objetivo exclusivo a disseminação de informações científicas sobre a esclerose múltipla de acordo com os temas publicamente levantados pela novela A Regra do Jogo. A Novartis não se responsabiliza por possíveis distorções no compartilhamento desses conteúdos.

 

 

Referências
1.  Pesquisa encomendada pela Novartis ao Instituto Ipsos Healthcare. Dados coletados entre 13 de março e 15 de abril de 2013. Data on file.
2.  MS Forum. Disponível em http://www.msforum.net/Site/ViewPDF/ViewPDF.aspx?ArticleID=E80DC748-5048-4BD2-9393-18BCAE0A1514&doctype=Article. Último acesso em 14 de outubro de 2015.
3.   Site Shift MS. Disponível em http://shift.ms/resources/rough-guide. Último acesso em 14 de outubro de 2015.
4.   Site Shift MS. Disponível em http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmedhealth/PMH0001747/. Último acesso em setembro de 2015.
5.   Site da National MS Society. Disponível em http://www.nationalmssociety.org/Symptoms-Diagnosis/MS-Symptoms. Accessed September 2015.
6.   Site EMSP. Disponível em http://emsp.org/multiple-sclerosis/ms-fact-sheet. Último Acesso em março de 2015.

7.    http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmedhealth/PMH0001747/. Accessed March 2015.

8.    http://www.nationalmssociety.org/Symptoms-Diagnosis/MS-Symptoms. Accessed March 2015.

9.    http://emsp.org/multiple-sclerosis/ms-fact-sheet. Accessed March 2015.

10.  http://www.ema.europa.eu/docs/en_GB/document_library/Scientific_guideline/2015/03/WC500185161.pd

Esclerose múltipla, esclerose ‘multiplicada’, esclerosado?

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