Como se concluiu o diagnóstico de Romero Rômulo? Ressonância magnética!

 

Ressonancia Magnetica no diagnóstico da Esclerose Múltipla
EM na Novela A Regra do Jogo & Ressonancia Magnetica

 

 

A ressonância magnética é um dos exames prioritários para o diagnóstico e acompanhamento das lesões e da atrofia cerebral na esclerose múltipla. Curiosidade: você sabia que anteriormente, eram necessários pelo menos dois surtos e sucessivos exames de ressonância magnética para concluir o diagnóstico? Atualmente, já é possível concluir o diagnóstico da esclerose múltipla ao serem identificadas lesões no cérebro e na medula pela ressonância magnética1,2, a partir de um único surto.
Além disso, de acordo com os dados do Atlas da EM, o acesso a equipamentos de ressonância magnética melhorou bastante: nos países emergentes praticamente dobrou nos últimos cinco anos!3

Além da ressonância, o protocolo de investigação e diagnóstico adequado da esclerose múltipla passa também por história clínica, exame de líquor, exames de sangue, exames de neurofisiologia.

Confira o post!

 

 

Sobre a Esclerose Múltipla 

A doença é neurológica, autoimune e crônica – ou seja, as células de defesa do organismo atacam o próprio Sistema Nervoso Central, provocando lesões inflamatórias cerebrais e medulares4,5. Embora a causa da doença ainda seja desconhecida, a EM tem sido foco de muitos estudos no mundo todo, o que tem possibilitado uma constante e significativa evolução na qualidade de vida dos pacientes. Os pacientes são geralmente jovens, em especial mulheres de 20 a 40 anos6.

O diagnóstico é basicamente clínico e deve ser complementado por ressonância magnética. Os sintomas mais frequentes são fadiga, formigamento, perda de força, falta de equilíbrio, espasmos musculares, dores crônicas, depressão, problemas sexuais e incontinência urinária7,8,9,10,11.

Para saber mais acesse: http://esclerosemultipla.novartis.com.br/

 

Disclaimer

Esta ação tem como objetivo exclusivo a disseminação de informações científicas sobre a esclerose múltipla de acordo com os temas publicamente levantados pela novela A Regra do Jogo. A Novartis não se responsabiliza por possíveis distorções no compartilhamento desses conteúdos.

 

 

Referências

1.    Eiklenboom/ M J. Biological markers in multiple sclerosis related to disease activity and progression. 2007.

2.   Popescu V et al; on behalf of the MAGNIMS Study Group. Brain atrophy and lesion load predict long-term disability in multiple sclerosis. J Neurol Neurosurg Psychiatry. 2013 Mar 23.

3.  Atlas da EM 2013 (http://www.abem.org.br/index.php/noticias-2/505-atlas-da-esclerose-multipla) último acesso em 2 de outubro de 2015

4.    http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmedhealth/PMH0001747/. Accessed March 2015.

5.    http://www.nationalmssociety.org/Symptoms-Diagnosis/MS-Symptoms. Accessed March 2015.

6.    http://emsp.org/multiple-sclerosis/ms-fact-sheet. Accessed March 2015.

7.    http://www.ema.europa.eu/docs/en_GB/document_library/Scientific_guideline/2015/03/WC500185161.pdf. Accessed March 2015.

8.    Filippi M et al. Association between pathological and MRI findings in multiple sclerosis. Lancet Neurol. 2012 Apr;11(4):349-60.

9.   Kutzelnigg A et al. Cortical demyelination and diffuse white matter injury in multiple sclerosis. Brain. 2005 Nov;128(Pt 11):2705-12.

10.  Sormani MP, Arnold DL & De Stefano N. Treatment effect on brain atrophy correlates with treatment effect on disability in multiple sclerosis. Ann Neurol. 2014 Jan;75(1):43-9.

11   Cohen JA et al.; for TRANSFORMS Study Group. Oral fingolimod or intramuscular interferon for relapsing multiple sclerosis. N Engl J Med. 2010;362(5):402-415.

Como se concluiu o diagnóstico de Romero Rômulo? Ressonância magnética!

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